21 de jun de 2012

Saculejo



19 de jun de 2012

Dos Serás

Chega a hora em que você se sente confortável (ou quase). A rotina, o quarto novo, as ruas, os horários, as milhões de vontades (é, até essas aflições. já sei que são constantes).


Mas também chega a hora em que você começa a reconsiderar coisas que não queria. Será que sou paciente o suficiente? Será que essa amizade, que eu tinha como irmandade, vai acabar? O que vai ser preciso ficar no caminho para que as coisas comecem a dar certo? Será que vai dar certo? Mas... o que significa mesmo "dar certo"?


Se isso é crescer, meus amigos, eu quero é tomar uma cerveja agora.



22 de mar de 2012

não se afobe não


[ texto escrito no dia 19 de março, segunda-feira. Não postei no mesmo dia porque dormi em cima do notebook, enquanto escrevia o texto ]



O dia de hoje foi puxado. almocei [e/ou jantei] às 18h30. são quase 1h da manhã e não consigo dormir [e já cheguei a recorrer ao elixir do sono: uma latinha de Skol ], Mas só nada.
Acho que ainda tô sob efeito do impacto de 10 dias de presença familiar [leia-se: faltei as aulas de inglês, comi todas as unhas da mão na ansiedade de chegar cedo em casa todos os dias, tentava me manter acordada o máximo de tempo para poder aproveitar a companhia da mãe e da madrinha].

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Há uns 2 domingos atrás, disse algumas palavras que só me fizeram perceber o impacto que elas tiveram depois que vi a reação no rosto de quem as escutava. "desde que vim pra cá, percebo que o destino, Deus, ou qualquer força superior do universo me mostra que tudo tem muito mais importância e impacto do que eu imaginava. essa força se mostra sempre", foi o que eu disse. E foi isso que aconteceu, mais uma vez.

Na primeira noite que minha mãe e madrinha passaram aqui, Briguei com as duas [elas haviam comprado liquidificador, cafeteira e talheres para o apartamento, e eu, em um súbito de orgulho mesquinho, ralhei com as duas dizendo que não havia necessidade daquilo].
No que deu? Chorei a noite toda, baixinho [ para que elas não ouvissem ], de culpa.
Aprendi. Peguei na cara.

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No decorrer da semana, recebi um twitt da Amanda, que indicava um concurso da Gol que sorteava um par de ingressos para o show do Chico Buarque. Cheia de sono e no embalo do "vamo ver no que dá", resolvi participar e enviei um texto. E não foi que eu ganhei? E mais: o concurso tinha como prêmio um par de ingressos para o show que ocorreria no sábado (um dia antes da minha mãe retornar à Teresina). Emoção demais, minha gente. Mas ainda não acabou: felicidade foi ver a reação da minha mãe ao perceber que sentaríamos na segunda fileira de mesas [ Gol, meus parabéns. isso sim é que é prêmio de responsa! ]




Emoção demais, minha gente. E mamãe repetindo “quem diria que eu iria assistir à um show do Chico, e ainda mais assim, aqui, desse jeito. Obrigada, minha filha”.

Depois tem gente que não entende porque eu me tornei uma manteiga derretida desde que vim morar em São Paulo.

Durante o show, imaginava as pessoas que deveriam estar ali [Ana, Amanda, Lorena, Aline, Sânmya, Luana, Camila ], dos amores que tive, do futuro do hoje, de como seria a vida do Chico quando ele escreveu tanta coisa linda.

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Mas aí que chegou o Domingo e o dia de retorno da mãe e da madrinha. Fui ao aeroporto deixa-las. Depois de algumas voltas, “as entreguei” em frente ao portão de embarque. No abraço de despedida, fiquei tensa (primeiro, porque não sabia/sei quando será o próximo abraço; e segundo, porque não queria que elas me vissem com os olhos cheios d’água) e acabei por abraçar as duas bem rápido e sair correndo.

Atravessei todo o saguão do aeroporto, esperei o ônibus e voltei para a Bela Cintra (enxugando as lágrimas que restaram por baixo dos óculos escuros, por todo o caminho de 2 horas). Lorena (que foi deixar o Dan em São Carlos) já me esperava e assim, conseguiu me salvar de uma terrível depressão pós-visita-de-mãe. Mais uma vez, mais alegria. Papo em dia, caminhada leve, Paçoca no jantar. [ obrigada, Loris ]

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Acontece na segunda eu acordei às 7h20 e, ao inverso do que já vinha sendo costume nos 10 dias anteriores, não vi minha mãe dobrando o cobertor ou aplicando o protetor solar no rosto.

Aí fui tomar meu banho, para ver se eu acordava e dava de cara com a real rotina.


Que vida louca, meus amigos.




4 de mar de 2012

Pequenas coisas

a tv chegou na quarta. e hoje, depois de 3 meses, assisti " O Fantástico".
não que isso tenha me acrescentado muito, mas tava sentindo falta.
Assistir "o Fantástico" no domingo é marcar o fim do domingo, é anunciar que daqui a algumas horas a próxima semana entra.

engraçado como a noção de importância das coisas mudam. esse lance de ver a programação do fim de domingo da Globo só perde para o imensurável prazer que foi colocar minhas roupas dentro de um guarda-roupa.

é também engraçado como o tempo aqui passa rápido (isso vai render outro post depois), mas cada "era" é muito bem marcada. dá pra sentir quando a figurinha "ADAPTADA PARA ISSO" entra para o seu álbum.



e mais um prazer (e descoberta) me aguarda esses dias: vou receber mãe, tias e primo no apê.
então, minha gente, o lance é esse: vamos viver um dia de cada vez, tentando tirar o maior proveito dele e agradecendo à Deus [ ao Universo ou qualquer outro elemento superior no qual você acredita ] por cada coisinha.

Amém.

26 de fev de 2012

Home, sweet home

e agora eu tenho um lar \o

massa é que desde que passei a ocupá-lo, não vejo sentido em por o pé para fora de casa.
sabe paixão nova, né? então.

bom é que a pele tá divina.

7 de jan de 2012

Das mudanças

e aí que de setembro pra cá o tempo voou.

mudei de cidade, mudei de valores.
falo com meus amigos aos telefone ou pela internet (senhor, como devem ter sofrido aqueles que nasceram antes dessas maravilhas), mas acho que estou iniciando um círculo de amizades nova.
chorei mais do que já chorei minha vida toda. e a voz da minha mãe é um alisar na alma.

mudei de emprego, mudei meus hábitos, mudei o ano. mudei meu celular, meu computador, meu cabelo, meu guarda-chuva.

2012 chegou realmente me passando a sensação de mudança. mas passou 1 semana que ele chegou e 2011 apareceu para me assombrar.

eu só sei que quero dormir pensando nos lindos 7 dias que me acompanharam.

24 de nov de 2011

Cocar Para Ela Dançar Na Chuva

Eu queria isso na minha parede. Porque agora, eu vou ter uma parede só minha.